quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

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Depois daquele dia que você entrou na sala de aula, inicialmente estremeci, fiquei mudo, gelado e mudou muita coisa dentro de mim.
Desde então, me entreguei a você, te curti à distância sem redes sociais, apenas com lembranças de momentos vividos por nós dois, embora efêmeros…eternos!
Hoje somos um só, à distância ainda, mas somos almas gêmeas. Somos um processo raro de carinho, afeição, amor, afeto…
Porque hoje, que é seu dia, eu quis falar de nós?
É meu dia também, porque, mesmo enviesado, torto, na contramão, eu também sou seu.
Então faço parte!
Feliz aniversário, Marcela.
Vida longa, vida bela, vida… Viva!
Viva eu, viva tu… Viva!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Para mim

Qualquer mulher não te define
És ser único. 
As linhas do tempo,
os traços dos tempos,
a força dos ventos não te mudará.
Mulher, ninguém te define
As curvas das estradas,
as suas pegadas,
leves, 
Em vôos rasos ou profundos...
aqui, além, distante…
Mulher, 
Qualquer mulher não te define
Tua mãe, irmã, filhas…
As armadilhas que a vida te impõe
És fortaleza, beleza, 
interna, externa, eterna…
Ninguém te define,
e por mais que definhes 
em certos momentos, renascerás,
das cinzas, das chamas, das chuvas,
em cada pingo, em cada vírgula, 
em cada verbo, em cada esquina,
a vida cobra, mas ela ensina
Viver é tão bom!!!

(Para Marcela Elisabeth de Lima Pereira, em 27 de novembro de 2025, às 08h58)
Nilton Lee

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Era uma morena linda


Ela era uma morena linda, linda…intensamente linda, e desde os primeiros momentos me encantou. Era amor… de verdade! Meu coração batia forte demais quando olhava Lisa.

Eu tentava ser doce, mas parecia ser amargo. Tentava ser gentil, mas parecia não agradá-la em nada. Mesmo assim eu sonhava com ela acordado, dormindo, estudando, trabalhando, escrevendo…

Eu também sonhava com ela nos meu braços, seus beijos, sua boca molhada, seu cheiro adentrando nas minhas narinas. Ela tinha um cheiro gostoso, inesquecível.

E por mais que eu nunca tenha avançado o sinal, aliás, eu nem conseguia ir até o sinal, imagine. Mesmo assim eu sonhava com algo mais.

Eu amava, desejava, queria provar todo o seu gosto, fazê-la feliz, sentir seu corpo junto ao meu…

Sabe o que eu adoraria? Vou te contar.

No intervalo da aula de Inglês, a gente fugiu, se escondeu nas escadarias abandonadas do prédio, que ninguém passava porque o elevador era mais confortável para todos. Ficamos ali num cantinho escuro, impossível de sermos descobertos, mas dava para ouvir a conversa das pessoas pelos corredores da escola, mas não nos incomodava.

Eu tomei a iniciativa de beijá-la e ela prontamente aceitou e retribuiu, e como foi gostoso nosso primeiro beijo… indescritível. Outros beijos se sucederam até ela me chamar para voltar pra sala de aula, e assim o fizemos.

Quebrado o gelo, nos dias seguintes a gente sempre dava um jeitinho de fugir para a escadaria e rolava beijos, carícias, que foram se intensificando cada vez mais. Eu já tocava seu corpo e ficava excitado ao ponto de vê-la ter prazer em sentir meu pau duro tocando seu corpo, roçando sua bucetinha, mesmo que por cima da roupa… ela gostava, ficava excitada, às vezes gemia, sussurrava: -“gostoso”, em meu ouvido, e eu adorava.

Numa sexta-feira, aquele clima de liberdade que o final de semana pode proporcionar, arrisquei ir mais longe… Inicialmente o mesmo ritual: abraços, beijos, carícias, toques… e por fim eu levantei a sua blusa e vi dois peitinhos lindos e durinhos implorando para serem chupados. Eu a beijei mais intensamente e fui descendo a boca até seus mamilos e comecei sugar aqueles seios de deusa grega, enquanto minha mão já circulava em sua calcinha, apalpando de leve, primeiro por cima, depois por dentro, quando senti sua bucetinha molhada, sedenta de sexo…

Nesse momento eu já estava com o pau rígido e louco para fazer amor ali mesmo, mesmo com todos os riscos, mesmo ouvindo as vozes dos corredores, aquele era um momento mágico. Nos entregamos, aos poucos fomos sentando na escadaria e eu tomei a coragem de tirar sua roupa por completo, sua blusa, seu short e depois ela me ajudou a tirar a sua calcinha e eu comecei a lamber seu corpo todo. Minha língua circulava pelos seus peitinhos, seu umbigo, sentindo ela se contorcendo, até que comecei a chupar sua buceta que estava molhadinha e com um sabor que eu nunca havia experimentado antes. Que buceta gostosa ela tinha… eu a chupava e ela puxava minha cabeça para sentir ainda mais forte a minha língua na sua grutinha quente e úmida… delicia!!!

Depois foi a minha vez de tirar a calça, eu estava de pé e ela sentada à minha frente, e olhando nos meus olhos ela puxou a minha cueca e meu pau saltou para fora, duro, teso, excitação nível máximo… Ela tocou inicialmente em leves movimentos de vai e vem, depois passou a língua na cabecinha da minha pica e sentiu o gosto do líquido que saia daquela vara dura e por fim abocanhou meu mastro e vorazmente se deliciou brincando com ela na sua boquinha gostosa, enquanto eu delirava de prazer.

Eu sentei, coloquei-a de pé, chupei mais um pouquinho aquela xoxotinha gostosa e pedi para ela sentar. Ela veio com calma, sentou com muito carinho e eu senti aquela bucetinha engolindo aos poucos o meu pau, enquanto nos beijávamos intensa e gostosamente… Como era gostoso sentir aquela mulher me recebendo em seu corpo, me fazendo o homem mais feliz do mundo, como era gostoso fazer amor, sentir o amor na sua forma mais intensa.

Ela gemia enquanto cavalgava a minha pica loucamente, dizia|: -“eu te amo”, “me fode gostoso”, e cavalgava fundo no meu pau, cada vez mais forte, cada vez mais rápido.

-“Te amo, meu amor. Como sonhei em sentir essa pica gostosa dentro de mim. Me fode, me faz gozar gostoso”, dizia ela, enquanto nossos corpos queimavam em brasa e nossa tara tamanha que esquecemos tudo ao nosso redor.

Um beijo gostoso um abraço que colou nossos corpos já suados um ao outro, e por fim, um grito de prazer, que precisamos abafar com beijos, com medo que escutassem lá fora… Gozamos juntos… gozamos gostoso, intensamente, e ficamos ali por algum tempo quietinhos, suados, abraçados e realizados…

Depois nos recompomos, e quando voltamos, esperamos no corredor até a aula terminar, entramos, pegamos nossos livros e saímos à francesa. Lisa pediu que eu a levasse até a estação do Metrô, eu a levei, mas não fiquei, não resisti, entrei no vagão junto com ela, e nessa noite eu a acompanhei até a porta de sua casa, quando nos despedimos com um longo beijo e eu voltei para a minha casa todo feliz. Minha vontade era de sair gritando -“Eu amo a Lisa…”. Acredito que ela também, assim como eu, nem conseguiu dormir naquela noite que marcou o início real de uma história de amor...


segunda-feira, 24 de março de 2025

Dia da Poesia

Quantas histórias, né?

Poemas lindos… e olha que não gosto de escrever poemas, muito menos de me ler.

Mas a aura que nos envolve me faz gostar disso. Ah, porque? - Não sei!

Você me inspira

Me reproduzi desde o primeiro segundo…

E já se vão tantos anos, hein?

Nossa história já está escrita, todinha… Só falta mesmo o final feliz.

Será que o destino vai nos dar esse toque?

É tudo tão bom, tão sincero, puro…

Ei, você já contou para alguém a nossa história? Tenho muita curiosidade sobre isso.

Me reencontro toda vez que falo com você e não poderia ser diferente.

Em você me encontrou, me perdi…depois reencontrei, perdi...

O que faltou para nós?

Sobra amor, carinho, carinho, companheirismo, paixão…

Acho que faltou-nos ouvir!

Desculpe a minha ousadia, tá?

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Sobre o pleno e perpétuo direito de amar



Incompletos aqueles sem o sortilégio do amor
Que em noites claras não rolaram em dor de lado a outro do leito
Infelizes os que não sentiram o sobressalto do medo
E a angústia que domina o peito sem saber o se depois
A incerteza que nos faz servir fielmente ao amor
Aquilo que machuca a gente e ao mesmo tempo nos arde
Plenamente tomado pelo desespero e dúvida
E o interminável desejo, incessante desejo de viver tudo de novo amanhã

Marcela Liz

Pulsar






Fecho os olhos pra te encontrar
Te sonho e és meu
Menino faceiro
Meu cavalheiro tirado de um Romance antigo
Para mexer comigo
Para movimentar este coração já cansado de não viver
À noite te sonho, de dia te quero encontrar
Cruzar teu olhar, tocar teu rosto, assim como displicente
encontrar meus dedos em tua mão
Eu sei que é você, não sei como ou porque
Sem juízo ou razão, sem sim nem não
Só sinto... é você


Marcela Liz 
19.04.2014

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Nem morta

Eu só fico em teus braços
Porque não tenho forças
Prá tentar ir a luta
Eu só sigo os teus passos
Pois não sei te deixar
E esse idéia me assusta...

Eu só faço o que mandas
Pelo amor que é cego
Que me castra e domina
Eu só digo o que dizes
Foi assim que aprendi
A ser tua menina...

Prá você falo tudo
No fim de cada noite
Te exponho o meu dia
Mas que tola ironia
Pois você fica mudo
Nesse mundo só teu
Cheio de fantasias...

Eu só deito contigo
Porque quando me abraças
Nada disso me importa
Coração abre a porta
Sempre que eu me pergunto
Quando vou te deixar
Me respondo:
Nem Morta